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Logística e Operações
nunca desempenharam um papel tão importante nas organizações
como nos dias atuais. Mudanças nas expectativas dos
clientes ou na localização geográfica
continuamente transformam a natureza dos mercados, que, por
sua vez, geram restrições que alteram o fluxo
de mercadorias dentro das empresas. Mudanças tecnológicas
e mercados emergentes abrem novas formas de organizar, adaptar
e otimizar o fluxo de matérias-primas, produtos semi-acabados,
produtos acabados, peças de reposição
e materiais reciclados.
Tradicionalmente, logística e operações
desenvolveram-se dentro de áreas geográficas,
e eram controladas por uma área funcional, como marketing
ou produção. A gestão do fluxo físico
era definida por esta área geográfica restrita,
e com foco no atendimento das necessidades da função
que a controlava.
Hoje, novas pressões estão mudando as definições
e estruturas utilizadas pelas empresas. Essas pressões
incluem a duplicação de estoques, a incompatibilidade
das infra-estruturas logísticas e a limitada capacidade
de reação individual às mudanças
gerais na cadeia de suprimentos. As novas definições
são significativamente diferentes daquelas que determinavam
as antigas atividades relacionadas ao fluxo físico.
Ferramentas conceituais e gerenciais agora aplicadas à
gestão da distribuição física
fornecem importantes soluções. Essas ferramentas
refletem uma nova visão de logística e operações
globais.
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Em princípio, é possível alcançar
qualquer nível de serviço logístico se
a empresa estiver disposta a alocar os recursos necessários.
No ambiente operacional atual, o fator restritivo é
econômico e não tecnológico. Por exemplo,
é possível manter um estoque dedicado geograficamente
próximo a um cliente importante. É possível
disponibilizar uma frota de caminhões em estado de
permanente prontidão para pronta entrega a clientes.
Para facilitar o recebimento de pedidos, é possível
manter comunicações exclusivas em tempo real
entre a empresa cliente e a operação logística
do fornecedor.
Com essa prontidão logística, um produto ou
componente pode ser entregue até em questão
de minutos após a colocação do pedido
por parte do cliente. A disponibilidade de estoque pode ser
ainda mais rápida se o fornecedor concordar em consignar
estoque no endereço do cliente. A consignação
elimina a necessidade de desempenho logístico em resposta
às necessidades do cliente. Esse compromisso extremo
com o serviço talvez seja o "state of art",
mas é onoroso e, geralmente não é necessário
para dar apoio à maioria das operações
de produção e marketing.
Em última análise, o serviço logístico
representa um equilíbrio entre prioridade de serviço
e custo. Um material que não esteja disponível
no momento necessário para a produção
pode forçar uma paralisação da fábrica,
causando transtornos significativos em termos de custos e
possível perda de clientes.
O impacto sobre os lucros com esse tipo de falha pode ser
substancial. Por outro lado, o impacto sobre os lucros, causado
por um atraso inesperado de dois dias na entrega de produtos
para reabastecer um armazém pode ser mínimo
ou mesmo insignificante ao considerarmos o desempenho operacional
geral. Na maioria das situações, o impacto de
uma falha logística sobre o custo-benefício
está diretamente relacionada com a importância
da execução do serviço para o cliente
envolvido. Quanto mais significativo for o impacto da falha
do serviço sobre o cliente, maior será a prioridade
dada ao desempenho
logístico.
| O
serviço logístico básico é
medido em termos de : |
| Disponibilidade |
| Desempenho
operacional |
| Confiabilidade
de serviço |
Disponibilidade:
Desempenho
operacional:
Confiabilidade
de serviço:
| Significa ter estoque para atender de
maneira consistente às necessidades de materiais
ou produtos do cliente. No entanto, maior disponibilidade
de estoque exige maior investimento no próprio
estoque. A tecnologia está proporcionando atualmente
novos meios de obter alta disponibilidade de estoque
sem investimentos elevados. Qualquer progresso em termos
de disponibilidade de estoque é crítico
devido a sua importância fundamental. |
| O desempenho operacional está
ligado ao tempo decorrido desde o recebimento de um
pedido até a entrega da respectiva mercadoria.
Envolve velocidade e consistência de entrega.
A maioria dos cliente deseja, naturalmente uma entrega
rápida. No entanto, a entrega rápida tem
um valor limitado se for irregular. O cliente obtém
pouco benefício quando um fornecedor promete
uma entrega em 24 horas, mas quase sempre atrasa. |
| A confiabilidade de serviço envolve
os atributos de qualidade da logística. A chave
para a qualidade é a mensuração
precisa da disponibilidade e do desempenho operacional.
Apenas pela mensuração abrangente do desempenho
é possível determinar se todas as operações
logísticas estão alcançando as
metas de serviço desejadas. Para obter confiabilidade
no serviço é essencial adotar medidas
para avaliar a disponibilidade de estoque e o desempenho
operacional. Para que o desempenho logístico
atenda continuamente às expectativas dos clientes,
é essencial que a administração
tenha um compromisso com o aperfeiçoamento contínuo. |
Não é tarefa fácil obter
qualidade na logística; a qualidade é produto
de um planejamento minucioso sustentado por treinamento, de
uma avaliação abrangente e de um aperfeiçoamento
contínuo. Para aprimorar o desempenho logístico,
é necessário estabelecer metas de maniera seletiva.
Alguns produtos são mais críticos do que outros
devido a sua importância para o cliente e a sua contribuição
relativa para o lucro.
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Cada projeto prevê uma análise, avaliação,
e definição das necessidades específicas
de cada organização cliente. Os projetos são
executados com equipe altamente qualificada, baseada em times
ou grupos de trabalho, coordenados e orientados pelo diretor
ou responsável pelo projeto.
Devido à característica multidisciplinar da
Qualilog, podem ser agregados aos projetos profissionais e
serviços de diferentes áreas, sempre de acordo
com as necessidades das organizações do cliente.
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FASE
I - Definição do Projeto e Planejamento |
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Análise
da situação existente
Coleta de informações
Estimativa do custo-benefício |
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FASE
II - Coleta e análise de dados |
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Definição
técnica
Revisão de premissas
Validação dos dados
Complemento e validação da análise
Análise de alternativas |
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FASE
III - Recomendações e Implementação |
Identificação da melhor
alternativa
Avaliação de custos e benefícios
Avaliação de riscos
Elaboração de uma apresentação
Definição do plano de implementação
Definição do cronograma de implementação
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Maiores
informações
| Solicite
a visita de um executivo Qualilog.
PABX.(55)(11) 3772-3194 |
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